sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bibliografia UFBA


Bibliografia
[indicada para as duas áreas de concentração]
ARANTES, Antonio A. (org.). Produzindo o passado. São Paulo: Brasiliense, 1984.
ARENDT, Hanna. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1972.
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BATISTA, Marta Rossetti, GRAF, Márcia Elisa de Campos. Cidades Brasileiras. Políticas urbanas e dimensão cultural. São Paulo: USP, 1998.
_______. Cidades Brasileiras II: políticas urbanas e dimensão cultural. São Paulo: USP: Instituto de Estudos Brasileiros, 1999.
BENEVOLO, Leonardo. As origens da urbanística moderna. Lisboa: Presença, 1987.
BURY, John. Arquitetura e arte no Brasil colonial. São Paulo: Nobel, 1991.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. Lisboa: Edições 70, 2000. (col Arte e comunicação).
FERNANDES, Ana e GOMES, Marco Aurélio A. de F. (orgs.) Cidade & História; modernização das cidades brasileiras nos séculos XIX e XX. Salvador: UFBa/ MAU- Faculdade de Arquitetura, 1992.
HALL, Peter. Cidades do amanhã. São Paulo: Perspectiva, 1995.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.
HUYSSEN, Andreas. Seduzidos pela Memória: Arquitetura, Monumentos, Mídia. Rio de Janeiro: Aeroplano/MAM, 2000.
GORDILHO-SOUZA, Angela. Limites do habitar. Salvador: EDUFBa/PPG-AU, Faculdade de Arquitetura da UFBa, 2000.
JACQUES, Paola Berenstein. Apologia da Deriva - Escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1996.
LEME, Maria Cristina de Silva (org.). Urbanismo no Brasil 1895-1965. São Paulo: Studio Nobel; FAUUSP; FUPAM, 1999.
MONTANER, Josef. Después del movimiento moderno; Architectura de la segunda mitad del siglo XX. Barcelona: G.Gilli, 1993.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, desenvolvimento e perspectivas. 2ed. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
OLIVEIRA, Mário Mendonça. Tecnologia da conservação e da restauração. Roteiros de estudos. Salvador: MAU/UFBa/PNUD/UNESCO, 1995.
PINHEIRO, Eloísa Petti. Europa, França e Bahia. Salvador: EDUFBa, 2002.
RIBEIRO, Luiz César Q. e SANTOS Jr., Orlando Alves dos S. (Orgs.) Globalização, fragmentação e reforma urbana; o futuro das cidades brasileiras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
SAMPAIO, Antonio Heliodório Lima. Formas urbanas: cidade real & cidade ideal. Salvador: Quarteto Editora/PPG-AU, Faculdade de Arquitetura da UFBa, 1999.
SCHIAVO, C., ZETTEL, J. (coord.). Memória, cidade e cultura. Rio de Janeiro: EDUERJ/IPHAN, 1997.
SEGAWA, Hugo. Arquitetura no Brasil. São Paulo: Edusp, 1998.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sede Pos Ead Brasília

Projetado para a sede da PósEad de Brasília, este edifício contou com alguns desafios, primeiramente o orçamento restrito e a exigência de que fossem utilizados materiais econômicos e de baixo custo de manutenção. Segundo que o terreno faz fronteira com um dos eixos estruturais mais movimentados de Brasília, que além do barulho excessivo por conta do trânsito, fica voltado para a direção Norte que recebe insolação, também excessiva, durante boa parte do dia. A solução então foi criar recuos para as esquadrias situadas nesta fachada a fim de que elas recebessem iluminação natural de forma indireta e para barra o excesso de ruído. Esses recuos são formados por áreas técnicas e armários para uso dos escritórios, que locados de maneira sistêmica, porém não simétrica, conferem dinâmica a fachada. Também foram adotados sistemas de ventilação cruzada nos andares com o objetivo de diminuir o uso de ar condicionado. O programa consta de salas de treinamento, call center, salão de convenções, escritórios, salas de treinamento e torre de circulação. Foi criado um jardim interno na orientação Sul que possibilita posteriormente a ampliação do conjunto. As fachadas voltadas para esta parte possuem fechamento em grandes panos de vidro.
O resultado final desse edifício é bem bacana. Arquitetura simples, funcional mas com um valor estético agregado bastante satisfatório. Não foi preciso o emprego de materiais ultratecnológicos, nem de formas super-parametrizadas pra se fazer uma construção bonita e de qualidade. Gostei muito desse projeto, lembra um pouco as escolas do FDE de São Paulo. Projeto de 2009, do escritório Domo Arquitetura, a obra ficou pronta este ano. Maiores informações aqui.



 
 
 
 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

meteoro em Twian


Nossa, eu sou extremamente preconceituosa com esse tipo de linguagem arquitetônica, mais parece um meteoro caído no parque que um edifício, mas enfim, é a vida, e ha gosto pra tudo. Nem me interessei em saber o que era, quem quiser, sinta-se a vontade aqui.

igrejas do século XXI (1)

Pois bem, aqui mais um belo exemplar para o que eu já estava falando das minhas inquietações sobre a  arquitetura religiosa contemporânea. A verdade é que tem muita coisa legal sendo feita também, só que em locais bem distintos e em uma escala muito menor. Ontem, encontrei esta preciosidade aqui, e que sintetiza de forma bastante feliz o que eu acho que perdemos enquanto cuidado estético para os nossos templos. Quando digo isto, não falo para voltarmos no Século XVI e encher os lugares de rococós, e baldaquinos com mil torções e anjos foleados a outro, vitrais que retratam até as verrugas de Judas, enfim, nada disso, o que defendo é um cuidado maior, mais primor e refinamento na linguagem que utilizamos. Ainda bem que nem tudo está perdido e esta capela é um belo exemplo disso. 
A Capela Rio Roca fica localizada no Texas, próxima a uma área de exploração de petróleo e gás. Não entendi se esta capela foi feita exclusivamente para o fim de atender aos trabalhadores desta região ou não, enfim, coisas do meu péssimo inglês. Sim, a capela é basicamente estruturada em uma parede de alvenaria de pedra, que representa toda uma lateral da edificação, e estruturas de madeira articuladas com apoio de cabos e esticadores de aço. As demais laterais envidraçadas conferem um olhar especial à bela paisagem em volta dela. O telhado é em cobre e possui aberturas que permitem a claridade entrar abundantemente no espaço da nave. Sim, a iluminação artificial da Capela é extraordinária também. Além de ser de uma arquitetura simples, leve e linda, o cuidado na linguagem utilizada em todos os elementos da edificação chama bastante atenção. Desde o Desenho das peças que estruturam o edifício, os encaixes, os detalhes de mobiliário, as luminárias e o trabalho de iluminação, os rasgos de luz no telhado muito bem localizados, enfim, uma pequena joia este edifício. Projeto de 2010 dos arquitetos Maurice e Walter Jennings.

Vista da capela. (clique na imagem pra ampliar)
 
Internamente, com vista para a alvenaria de pedra.

Internamente, olha a iluminação por debaixo dos bancos!

Vista do púlpito.

Entrada com fonte em primeiro plano.

Lateral e vista do vale.

Detalhe dos tirantes.

Detalhe da luminária.

Detalhe do banco.

Lateral envidraçada e aberturas da cobertura.

Cobertura vista por baixo.