quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

os concursos e seus partidos

Bom, bastante tempo sem escrever e ainda me acostumando com o teclado do pc novo... algumas vezes achei que fosse culpa do tempo, mas na verdade descobri que se eu não páro e sento pra fazer as coisas, eu nunca vou ter tempo... e que saudade disso aqui... estou precisando organizar umas idéias na cabeça, e escrever sobre, sem dúvida ajuda muito, mas enfim, vamos ao post.

Recebi acho que na semana passada o resultado do concurso para a Sede do CNM de Brasília, (mais um dos que eu pretendia fazer e não fiz.. o bendito tempo! rsrs) bom, a princípio dei uma olhada rápida, gostei dos resultados, muito bons os projetos, mas uma coisa me chamou muito mais a atenção, depois fui ler os comentários e percebi que outras pessoas também haviam questionado isso, que foi: como todos os premiado e as mensões honrosas se parecem! Claro que cada uma com sua proposta, mas todos os selecionados adotaram o mesmo partido, e não é a primeira vez que percebo isso em concursos de projetos, ano passado fiz um post parecido sobre, se não me engano, o centro universitário para o Uruguai. As soluções sempre me agradam muito, e é claro, não é a tôa que eles foram os premiados,  mas achei muito pouca diversidade como a gente sempre afirma acontecer, quando defendemos a prática dos concursos, e isso é possível, é só dar uma olhada no recente concurso para Uma Escola em Guiné Bissau com resuldados interessantíssimos e bastante diversíficados, apesar de o edital possuir fatores limitantes muito mais críticos que muitos desses nossos outros concursos. Algunsque comentaram  a premiação da CNM, colocaram a culpa na comissão julgadora, mas não sei se é exatamente por aí, tudo bem que é notória a apreciação deles por soluções deste nível, mas acho também que a gente precisa é ousar mais, tem toda aquela conversa do viável, da economia, da ecologia, da astrologia e afins, mas bom, eu acho ainda que a gente deveria ousar ...  não sou também muito fã dos atualmente tão mal afamados arquitetos stars e suas soluções impessoalmente mirabolantes e pseudosustentáveis. Também não sou uma grande referência em contemporaniedade, mas acho que a gente precisa ousar mais, a começar de mim, e ousar no simples, no que é propriamente nosso! A Escola pra Guiné é um bom exemplo, é possivel sim, só procurar... Poxa, outro dia vi o projeto do Córrego do Antonico em Paraisópolis - SP, do escritório MMBB , uma solução mais do que fantástica, que e de fato já faz parte do cotidiano de quem vai se beneficiar da intervenção porposta. Bom... eu acho que é por aí... percebo que entramos num ciclo vicioso disfarçado de modernismo repaginado, mas que tem deixado muito da nossa produção arquitetônica atual muito igual e impessoal.

Bom, eu até queria colocar algumas fotos dos projetos que eu mencionei aqui, mas minha logistica com o blogspot não anda das melhores, por isso é bom dar uma conferida nos links, mas rápido, prático e rico em informações específicas de cada um.

outro dia escrevo mais sobre essas coisas e o que eu acho delas... até a proxima e valeu a quem foi perseverante no blog aqui!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

dircurso da favela

hoje recebi no meu email a transcrição de uma reportagem do Arq!bacana sobre um jovem e promissor arquiteto dinamarquês, que falou sobre as favelas do Rio. Resolvi colocar por aqui também, já que estou com uns pensamentos bem sociais ultimamente... sociais ou seriam socialistas?  bom... as colocações dele pordem até ser bem intessantes, porém, eu ainda sou da opinião de que favela, favela mesmo, só se conhece e sabe o que é, quem precisa viver lá... essa coisa de passar uma ou duas noites e pronto (e diga-se com o todo o respaudo principalmente financeiro) é muito bacana, pra não dizer romântico, mas vamos ver né... quem sabe eu não errada... e que ele é um bom arquiteto, isso é fato.

Aí vai a reportagem:

"No dia 30 de agosto, o site da revista norte-americana Fast Company divulgou uma entrevista com o arq dinamarquês Bjarke Ingels, chefe do escritório Bjarke Ingels Group que, aos 36 anos, já é uma figura em evidência no cenário da arquitetura internacional.
Na entrevista, feita por Cfiff Kuang, que é também editor do site Co.Design, Ingels conta que visitou o Rio de Janeiro recentemente e se hospedou em uma favela de 2 mil habitantes, vista por ele como “um modelo desejável de planejamento da cidade”. O arquiteto conta que anda refletindo sobre soluções que possam curar a maldição das cidades-sede dos Jogos Olímpicos, onde os investimentos são desperdiçados em edifícios que acabam vazios e sem uso.
Ingels, que começou a carreira trabalhando no OMA, escritório do arq holandês Rem Koolhaas, é autor de projetos como o Pavilhão Dinamarquês da Expo Xangai 2010, “The 8 House” e a sede administrativa da prefeitura de Talim.
Atualmente, ele cuida do projeto da Biblioteca Nacional de Astana, que está sendo concebida para Nursultan Nazarbayev, presidente do Cazaquistão, e de uma torre residencial em Nova York, cidade onde está abrindo uma filial do seu escritório. Além disso, Ingels começou a dar aulas de arquitetura na Faculdade de Desenho de Harvard, em Boston.

Leia trechos da entrevista:

O que você vai ensinar em Boston?
Ingels: De 2014 a 2016, o Rio de Janeiro vai sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Então nós estaremos procurando por maneiras de transformar o investimento em algo que o Brasil possa se beneficiar em longo prazo. Isso porque, geralmente, as Olimpíadas têm um impacto traumático na cidade-sede: geram “construções-bolhas” que depois dos jogos se tornam espaços vazios para sempre. O engraçado é que quando concordei em dar esta aula, a revista “The Economist” trazia na capa a famosa estátua do Cristo Redentor com foguetes, com a manchete: “Brazil Takes Off.” A economia se tornou uma locomotiva impressionante para a América do Sul, apesar do Rio ter desafios sociais tremendos. Queríamos ver se poderíamos solucionar isso com os investimentos voltados para as Olimpíadas.

Estas soluções poderiam funcionar?
Ingels: Eu e minha namorada fomos de férias ao Rio, e ficamos numa favela pequena de 2 mil habitantes. A razão de termos escolhido lá, ao invés de um hotel famoso, é que há uma década atrás a SWAT levou sua sede para lá. Ter 600 homens armados tomando café todas as manhãs, de repente, colocaria as coisas em ordem (sic). Mas o que eu notei é que as favelas, com suas ruas espirais, edifícios aninhados e um labirinto de lojas apertadas, têm um tipo de arquitetura que é compartilhada pelas partes mais ricas da Itália, como ao longo da Costa Amalfitana. A única diferença é que a Itália tem pintura branca e o encanamento é melhor. Então, na realidade, as favelas são um modelo desejável de planejamento da cidade. Poderíamos encontrar maneiras de criar algum tipo de gentrificação onde habitantes novos e velhos coabitassem a área, ao invés de apagar vizinhanças. Isso não seria somente filantropia, mas também um investimento sadio.

O governo brasileiro está levando este tipo de questões seriamente?
Ingels: Bem, eles vão contratar somente arquitetos locais para o trabalho, mas nós queremos apresentar os resultados do nosso trabalho para as autoridades locais na forma de um jornal ou revista.

Conte-nos mais sobre em que você está trabalhando em Manhattan.
 Ingels: Infelizmente, não posso contar (risos). Mas, para o edifício de apartamentos que estamos projetando, estamos tentando introduzir um novo híbrido que combina o clássico arranha-céu de Nova York com o tradicional bloco europeu, com um pátio no meio."

A entrevista completa aqui.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

urbanismo e urbanidade

Em tempo... da cabeça ainda quente com tantas inquietações, vi esta matéria bastante pertinente...

Em termos urbanísticos esta cidade deixa muito a desejar. Cresceu como crescem as moças por estes Brasis a fora. Livre, ao natural, sem muito luxo, obedecendo somente as ânsias naturais de uma adolescente que quer apenas viver. Nada mais.

Nossas ruas obedecem ao acaso. Nossas praças – alguma até já desapareceram absorvidas pelo crescimento desordenado e ao sabor das circunstâncias do momento histórico – são poucas e mal distribuídas. O desenvolvimento urbano, quando não foi feito através de loteamentos, numerosos e esparsos, e sem obedecer aos que já existiam em seus costados, deu-se na maioria das vezes através de invasões. E aí então o planejamento urbanístico sofreu toda sorte de agressões e desrespeitos. E para piorar o quadro, temos uma BR que divide a cidade em duas, tornando-se esta a única via expressa para o tráfego de veículos locais e pesados de longo curso. Mas tudo bem. A cidade cresce que cresce. E lá um belo dia há de chegar uma administração para tirar o tráfego de longo curso do centro e dar uma nova dinâmica no plano urbanístico. Isto será possível.

Entretanto, o mais difícil de consertar não é o plano urbanístico da cidade, mas consertar o espírito de urbanidade de nossa população. Fazer ver, por exemplo, que o direito de cada um vai até aonde o direito do próximo não seja violentado e desrespeitado. Sob qualquer prisma que se focalize veremos que as pessoas, cada uma por sua vez, se acha com o direito de fazer o que bem entende, sem se importar se está a prejudicar ao próximo ou à comunidade. Só para exemplificar: o sujeito estaciona seu carro num bar, escancara a tampa traseira da viatura e despeja cargas de decibéis sem perguntar se o vizinho de frente está incomodado com isso. O marmanjo que está em uma festa de largo, após tomar a cerveja joga a latinha vazia em qualquer parte. O pasteleiro não tem o mínimo de escrúpulo em instalar seu caldeirão de azeite fervente no meio da rua, sem se preocupar com a higiene, nem com a segurança dos transeuntes que por ali passam. O comerciante faz das calçadas sua vitrines de exposição, sem perguntar ao pedestre se ele se conforma em andar pela rua disputando espaço com os carros. E por falar em carros, há motoristas que, além de não respeitarem a sinalização do trânsito, estacionam de bico nas esquinas ou em cima das calçadas, ou na contramão, com a maior desfaçatez.

Pois são estes, em linhas gerais, os problemas que depõem contra a urbanidade de nossa população. E, este sim, é um problema de difícil solução, pois trata-se de um problema cultural.

sobre concursos de arquitetura e outras reflexões

então... acompanhando os últimos acontecimentos no mundo dos concursos de projeto eu andei pensando sobre a importância desses concursos, o que leva arquitetos a participar deste tipo de atividade e suas motivações. 
Vejo em muitos comentários, as pessoas reclamando dos valores oferecidos como prêmio e fiquei a me perguntar se é somente o valor monetário que importa? Sim... claro que a remuneração é importante sim, princpalmente quando se trata de manter uma estrutura, por mínima que seja, necessária para um escritório de arquitetura. Mas ao meu ver, os concursos são muito mais do que remuneração, ou mesmo alternativas aos mais jovens de "entrar no mercado" como alegam alguns...
Acho que concursos são excelentes oportunidades para se discutir sobre a produção da arquitetura, sobre o que insiste em persistir, sobre os novos paradigmas, sobre as pespectivas que as mudanças tecnológicas nos tem proporcionado, sobre a identidade e a falta dela em "muitas arquiteturas", a cultura arquitetônica pelo mundo, o que é pertinente ou não, enfim... passaria uma noite aqui citando motivos para discussão que acho que um concurso pode trazer de positivo.
Já falei aqui também sobre a minha indignação com a falta de participação, de reação, essa inércia e apatia que absorve, que ofusca e apaga completamente grande parcela de profissionais do país, resumindo a produção brasileiras a determinadas escolas e regiões apenas, não representando fielmente toda a diversidade existente no Brasil.
Como já falei também, não sou contra esses parcela que hoje "tem feito por onde"... o que eu acho ruim, é que a crítica tem quase que desaparecido das escolas de arquitetura, principalmente das baianas, digo essas com propriedade pois são as que conheço de perto, tanto por estudar como por conhecer quem estude também... somos "criados" para atender as demandas no nosso mercado (turístico e de exploração que incentivam os meninos a pensar apenas em shoppings, megacentros, em risorts, ecorisorts, e sabelámaisoquê risorts, etc, para atender essa demanda) enquanto isso, existe um caos, um colapso iminente em nossa capital (da Bahia), onde em muito pouco tempo já não conseguiremos mais sair do lugar devido à quantidade de veículos nas ruas, e esse é só um exemplo, tem a questão social da moradia, tem a questão da falta dela e da qualidade questionável das poucas que são feitas, tem a problemática da qualidade dos espaços públicos, a privatização deles, enfm, a própria produção deveria ser posta a prova e mais uma lista poderia ser feita aqui ainda esta noite, mas não, ao invés disso estamos muito mais interessados em pontuar no ND, em aparecer nas newsletters das colunas socialites dos coquitéis socialites das empresas socialites que vendem etiquetas socialites e que dão pontos, e carros, e viagens e glamour e status no fim de cada mês.
Isso me inquieta muito, e muito mais pois eu mesma nada tenho feito para, pelo menos espalhar essa minha inquietude, essa minha sensação de que algo está errado, de que algo está faltando ser feito, mesmo ciente de ser uma força bem menor, mas não muda e não vencida diante deste quadro. Bom, em princípio talvez apenas este blog, este post, este manifesto de insatisfação, assim pequeno... mas assim também se começam grandes revoluções.
Sei que existem também muitos outros insatisfeitos com esse quadro assim como eu, que tem lutado por mudanças, e eu não poderia jamais ser injusta com esses também... mas é isso, e finalizo voltando meus pensamentos novamente sobre os concurso e de que maneira posso eu, pequena força inquieta, transformá-los, pelo menos dentro de minhas  pespectivas, em instrumentos de reflexão, de renovação na maneira de ver, pensar e de fazer arquitetura.

domingo, 22 de agosto de 2010

Crea-Pb - 3º lugar [retificando!!!]


Pespectiva do 3º colocado do concurso para a sede do Crea de Campina Grande - Paraíba, projeto de Maximiliano Beck (responsável), Cauê Duarte Costa e Guilherme Ferreira Nogueira, que são de Porto Alegre (nossa, paguei um mico dizendo que eles eram da Paraíba, na verdade o segundo lugar que era do pessoal de Pb e acabei me confundindo, mas enfim... mal entendido esclarecido... rsrs). Gostei muito desta solução apesar de anda preferir a do vencedor do concurso, porém, achei o memorial deles  muito mais explicadinho... mas enfim, pra quem quiser conferir as outras imagens e o memorial deles, aqui.

Cauê, obrigado pela informação, desculpa mesmo o equívico, na pressa de postar antes de dormir, acabei trocando as informações, e parabéns pelo belo trabalho!!!

domingo, 18 de julho de 2010

outros pés...


Revirando uns post antigos aqui no Arquitectura, ví este aqui que falava das minha andanças na cidade, a inquietação sobre algns projetos que não conseguia colocar em prática e que hoje sequer lembro mais... bom, hoje, quer dizer acima, uma foto parecida com a daquele post, porém, pés diferentes em um lugar diferente... e esses meus pés estão precisando caminhar por mais lugares assim, em busca de combustível pra minha alma, pra minha arquitetura e minha urbanidade... mais andanças, derivações pelo espaço urbano, pela vida... e que seja bem vivida.

sábado, 17 de julho de 2010

Sede Crea-Pb

Recebi esta semana no meu email o resutado do concurso para a nova sede do Crea na Paraíba. O projeto vencedor é do escritótio StudioParalelo em parceria com o MAAM do Uruguai. A proposta é bacana, de soluções simples, como planta retangular, mas que resolve bem o programa proposto e numa área relativamente pequena. Ainda contempla o enfoque sustentável, que o concurso exigia, com pátios internos para entrada de iluminação e ventilação, coberturas verdes para conforto térmico e reaproveitamento das aguas de chuva, além de brises nas fachadas com mais incidência solar, sendo algumas das soluções propostas neste sentido.
Gostei do projeto, é compacto, de fácil leitura, tem um visual limpo, marcante na paisagem apesar da simplicidade das formas. Gosto dessa combinação de fatores, além de apreciar bastante a aparência do concreto... herança da minha veia modernista. Um projeto bom, ainda não vi os outros premiados para poder fazer um juízo de valores mais preciso, mas a princípio, muito coerente e dentro das premiações nacionais que venho acompanhando nos últimos tempos.

Fachada para a nova sede do Crea-Pb

Esquema do programa

Lembro que cheguei a me inscrever nesse concurso, mas não levei adiante... não sei o que me falta, e claro, sem grandes pretenções a premiação, mas ainda sim poderia ter participado. Acho que se a gente se deixa levar pela rotina, acabamos por perder aqueles ideais que tinhamos enquanto estudantes... me inscrevi em alguns este ano, mas infelizmente não entreguei nenhum... uma pena e uma grande perda pra mim... mas vou criar coragem, bom... estou tentando...

Carreira Solo - parte I

Pois bem, estou lançando mesmo carreira solo. Nossa, todas as minhas atenções estão voltadas pra isso ultimamente... tenho que tomar cuidado pra isso não virar uma réplica do brincando de casinha... pois bem, hoje conversando com um amigo que mora só ele me mostrou essa idéia que eu amei e com certeza vai sair muito mais barato que o meu primeiro sofá... bom... estou sentindo que os próximos capítulos vão ser bem por aí... mas bom... gostei da idéia, o aluguel dele nem é caro assim, tá possível de pagar, mas adeus carro, mas assim, um começo sabe... sinto a necessidade de começar, tentei fazer um acordo com meu pai mas vamos ver o que acontece... se bem conheço o meu velho, eu vou fazer aniversário na casinha nova e ele não vai ter movido uma palhinha se quer para cumprir o nosso acordo... bom... por enquato é só... uma pequena luz na cabeça e nada mais...

terça-feira, 13 de julho de 2010

outros gostos

Pois bem, acho que trabalhar demais com interiores está viciando o meu olhar... não que eu não goste, mas enfim... este apartamento fica nos Jardins (a fonte é essa aqui) mas acalentou bastante a minha vontade de carreira solo, na vida, na carreira, na família... cogitações apenas... e ando vendo muita coisa nessa linha. Estava meio tímida pra lançá-las aqui no blog, devido ao seu passado tão áureo, mas a vida é uma caixinha de suspresas, e o bom mesmo, é aproveitar as oportunidades. Então é isso, um pouco de design nesse blog tão cheio de história.

Gosto da mistura de cinza com amarelo.
Móveis clássicos, cores sóbrios, porém o clima ficou bem lúdico.
Não seria nem triste morando num lugar assim... e isso está parecendo comentário de revista do gênero...
Do quarto eu gostei menos, mas ainda assim interessante (muito melhor que o meu atual... tsk tsk)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

2 ANOS


nossa, o blog fez dois anos dia 21 de junho e nenhuma mensão sequer... pra falar a verdade eu já nem lembrava mais de quando ele era... pois bem... feliz aniversário para o arquitectura!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Brasília...

Brasília é realmente fascinante... ela engana os olhos, as vezes parece pequena, as vezes grande... pintada de azul, branco e dourado... de curvas, brises e azulejos coloridos... das fontes, das corujas e das W's, L's, e todas as siglas que só ela tem... é a cidade que se alcança toda num olhar e que mostra uma grata surpresa a cada curva. Tem quem goste, tem quem não mesmo... pra mim foi paixão a primeira vista... desde o avião quando a avistei, a alguns muitos pés do chão... e assim foi minha experiência na capital do país.














                                     






Ps. as fotos foram tiradas na minha curtíssima estada em Brasília, do meu querido celular (pois a câmera falhou quando mais precisei...) e dispostas em ordem cronológica de todos os meus passeios, com exceção da primeira que foi na entrada no museu Niemeyer.

sábado, 29 de maio de 2010

Cidades no mundo

Hoje encontrei um blog velho conhecido meu... faz tempo que ele não surgia em minhas pesquisas, na verdade já nem me lembro mais o que pesquisava e o que me fez chegar a ele, mas gostei de um post e vou ctrl+c ctrl+v aqui também, são imagens feitas pelo fotógrafo francês Yann Arthus Bertrand de várias cidades no mundo, porém vistas do alto. São imagens bem interessantes e impressionantes que mostram as como o ser humano é capaz de se adaptar aos vários fatores a que estão condicionados a sua existencia. Diferenças de formação geográfica, topografia, clima, etc,  até as diferenças de classe, economia, ordenamento urbano, isso sem contar as diferenças culturais de uma região para outra ao redor do globo. Imagens realmente interessantes e que inspiram boas reflexões.

cruzamento das autopistas 105 e 110 em Los Angeles - Estados Unidos

inundação em vilarejo de bangladesh

Bankok - Tailândia

Beirute - Líbano

Belém - Brasil

Beni Izguem - Argélia

Brasília - Brasil

periferia de Copenhague - Dinamarca

Bruges - Bélgica

Busan - Coréa do Sul

complexo turístico de Calahonda - Espanha

Dubrovnik - Croácia

Gouri - Chipre

favela em Guayaquil - Equador

subúrbui de Denver - Estados Unidos

assentamentos em território palestino - Israrel

Istambul - Turquia

Judhpur - Índia

Katmandu - Nepal

Lagos - Nigéria

Lisboa - Portugal

Mexcaltitan - México

Mit Gahmr - Egito

Montevidéo - Uruguai

Paris - França

Pellestrina - laguna de Veneza - Itália

Pequim - China

favela em Port-au-Prince - Haiti

Pundu - Borneo

Rhéris - Marrocos

favela no Rio de Janeiro - Brasil

conjunto habitacional em Samara - Rússia

Sanaa - Yemen

San Ruan - Porto Rico

Santorini - Grécia

favela em Soweto - África do Sul

Szentendre - Hungria

Tóquio - Japão

Veneza - Itália